Domingo, 31 de Janeiro de 2010

Ao que chegou a nossa sociedade

 

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In "JORNAL DE NOTÍCIAS"  -  31-01-2010

publicado por José Soares às 16:00
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Selvagens

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In Jornal " DIÁRIO DE COIMBRA"  -  31-01-2010

publicado por José Soares às 15:33
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Sexta-feira, 29 de Janeiro de 2010

Selvagens

   Começou esta semana no Tribunal de Ponta Delgada, o julgamento de 14 homens, que durante 13 meses coagiram e violaram uma menina de 12 anos. A ser verdade, estes tipos não passam duns selvagens.

   Por aquilo que vem retratado na imprensa, tudo teria começado quando um trabalhador da construção civil, de 24 anos, beijou forçadamente a menina na boca.

   Depois deste triste episódio, um homem de 43 anos ameaçou a criança que se não tivesse relações sexuais com ele, iria contar ao seu pai que tinha beijado o outro colega. Apesar de ter tentado fugir, não o conseguiu, sendo violada por este indivíduo.

   Durante 13 meses, esta criança nunca teve sossego. Segundo a acusação, estes 14 selvagens (não podem ter outro classificativo), com idades entre os 20 e os 80 anos, divertiam-se a violar a menina, a qual sofria dum atraso mental. Nenhuma destas bestas teve qualquer problema de consciência, permitindo-se inclusivamente ir à residência da menor ameaçar a mãe de morte, caso esta os denunciasse. O primeiro violador, de 43 anos, ao sentir-se ameaçado, conseguiu juntar 30 energúmenos que trabalhavam com ele na construção civil, para ameaçarem de morte esta pobre e desgraçada família.

   De acordo com um relatório psiquiátrico que está no processo, “a menor apresenta um atraso mental e não possui capacidade para inventar factos”.

   Não sei o que irá a Justiça fazer a estes selvagens. Para já, nenhum dos 14 arguidos está em prisão preventiva e só o primeiro violador, de 43 anos, que é acusado de ter praticado vinte abusos sexuais a uma criança de 12 anos, está sujeito a apresentações semanais na esquadra da PSP.

   Estas violações terão acontecido entre Julho de 2006 e Outubro de 2007, no concelho de Vila Franca do Campo, Ilha de S. Miguel, nos Açores.

   Ao que chegou a nossa sociedade, que já nem conseguimos proteger as nossas crianças.

 

In Jornal "O DESPERTAR"  -  29-01-2010

publicado por José Soares às 11:00
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Quinta-feira, 28 de Janeiro de 2010

O Orçamento do Estado

  

Foto Diário de Notícias

   Os Funcionários Públicos acordaram com uma desagradável notícia: 6% de penalização nas futuras reformas antecipadas, ao contrário dos actuais 4,5%. Com este valor ainda me raparam 53% na minha aposentação; quanto seria agora? Não tinha reforma? Os aumentos na Função Pública vão ficar novamente congelados. Já não consigo ouvir um governante a dizer: “estamos a fazer um grande esforço”. Quem é que faz o esforço? À conta da crise, continua-se a penalizar os mesmos. Sempre os mesmos. O que virá a seguir? Aumentar a idade da reforma para os 70 anos?

   Fala-se na Função Pública, mas muitos dos actuais trabalhadores no Estado, não são funcionários públicos. São os privados (consultores, por exemplo) que mais ganham na Função Pública.

José Soares

In Jornal "DIÁRIO DE NOTÍCIAS"  -  28-01-2010

publicado por José Soares às 21:28
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Sexta-feira, 22 de Janeiro de 2010

O futuro da demografia em Portugal

   As últimas notícias vindas a público, relacionadas com alta violência praticada no Algarve, maioritariamente por cidadãos estrangeiros, levam a que as vítimas mostrem vontade de regressar aos seus países de origem, dado que na sua maioria também são estrangeiros.

   Apesar destas notícias, a verdade é que o Eurostat (organismo europeu de estatística), prevê que a região do Algarve seja a que mais aumenta a sua comunidade estrangeira no nosso país, chegando aos 200 mil em 2030. Actualmente o Algarve tem 443 mil habitantes, prevendo-se que com este aumento chegue aos 564 mil habitantes. No futuro, um em cada três residentes nessa região, será estrangeiro.

   Em termos comparativos, a região centro tem actualmente 2 409 mil habitantes e prevê o Eurostat que até 2030 suba até aos 2 564 mil habitantes.

   No que respeita à imigração, Portugal é o sexto país da Europa que mais cresce, com um aumento de 1,1 milhões, bem abaixo dos 7,3 milhões em Espanha.

   Esta tendência não é igual em toda a Europa, onde “haverá dez Estados com redução de população: Alemanha, Polónia, Roménia, Hungria, Bulgária, Eslováquia, Lituânia, Letónia, Eslovénia e Estónia”.

   Estes dados imigratórios, também têm o seu lado positivo. É sabido que há uma quebra significativa entre os nascimentos e os óbitos no nosso país. Segundo o Eurostat, esse número irá situar-se nos próximos vinte anos, em menos 594 mil habitantes. Por isso, só a imigração irá alterar esta tendência de decréscimo de população a viver em Portugal. Assim, prevê-se que em 2030 vivam no nosso país, 11 317 mil habitantes.

   O país precisa de estar preparado para esta nova realidade de aumento de novos imigrantes. Muitos serão uma mais-valia para Portugal, mas existirão muitos outros que era bem melhor que não nos escolhessem para viver.

   Sou um adepto da regionalização e acho que ela pode vir a ter um papel fundamental no que serão as futuras regiões do nosso país, também no que respeita à imigração. Cada vez mais se exige aos decisores políticos locais, preferencialmente, que pensem o que deverão ser as novas regiões. Mais cedo ou mais tarde elas serão uma realidade em Portugal e vejo nisso mais vantagens que inconvenientes.

 

In Jornal "O DESPERTAR"  -  22-01-2010

publicado por José Soares às 09:00
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Sexta-feira, 15 de Janeiro de 2010

Licenciados também dormem na rua

   Conta-se uma anedota de piada duvidosa, em que numa cimeira internacional, um chefe de estado se dirigiu a José Sócrates e perguntou-lhe: “É verdade que o teu país está tão mal, que há licenciadas a prostituir-se?”, ao que o nosso primeiro-ministro respondeu: “Não, isso é o que diz a oposição; o que se passa é que em Portugal o nível académico é tão alto, que até as prostitutas são licenciadas”.

   Lembrei-me desta anedota, ao ler a triste história que se passa em Coimbra: ao contrário de antigamente, existem hoje sem-abrigo licenciados a sobreviver na nossa cidade. Segundo disse ao JN o director municipal de Desenvolvimento Humano e Social, Oliveira Alves, “encontramos pessoas com cultura e competências que estão na rua por opção; e outras que foram atiradas para lá pelas circunstâncias. Perderam a rede familiar e de amigos e caíram no vazio”. Este responsável dá o exemplo de “quadros médios e superiores de empresas, que perderam o emprego”.

   Pelo que se sabe, muitas das situações dos sem-abrigo estão ligadas ao mundo da droga. Agora ficamos a saber que a situação tem vindo a mudar. Mas, se a droga não é a causadora primeira de atirar algumas pessoas para a rua, ela vai encontrá-las mais tarde. Talvez também por isso, uma das principais preocupações dos técnicos que trabalham nesta área, é retirar rapidamente quem entrou há pouco tempo nesta vida. Como lembra Oliveira Alves, “quanto mais tempo durar a vida errante, mais difícil será largá-la”.

   Em Coimbra, abriu recentemente (poucos dias antes do último Natal) um espaço de apoio aos sem-abrigo, o Centro de Emergência Temporário, o qual está localizado provisoriamente nas instalações da Polícia Municipal de Coimbra e que tem capacidade para acolher apenas em período nocturno (das 21,30h até de manhã), dez pessoas.

 

In Jornal "O DESPERTAR"  -  15-01-2010

publicado por José Soares às 13:30
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Sexta-feira, 8 de Janeiro de 2010

Rescaldo financeiro do Natal

   Como tenho dito e escrito há muitos anos, tenho uma opinião algo crítica ao Natal. Não por aquilo que representa, o nascimento de Cristo, mas por aquilo em que se tem transformado, fruto da importância cada vez mais crescente do Pai Natal e do seu inseparável saco de prendas. Admito, porém, que esteja em minoria.

   No passado mês de Dezembro, o economista americano Waldfogel, lançou o livro “Scroogenamics”, no qual, entre outras coisas, afirma que Portugal é o país que mais gasta em presentes de Natal, em todo o Mundo. O seu estudo abrangeu 26 países, incluindo os Estados Unidos, a China e a Rússia. Afinal, sempre estamos em primeiro lugar em alguma coisa.

   Apesar da tão afamada crise, parece que a mesma não está a afectar os portugueses. É o que se pode depreender das palavras de Waldfogel: “Portugal parece, segundo estes dados, aplicar uma parte importante dos seus recursos em presentes e gastos associados ao Natal”.

   Os dados são o que são. Factos são factos. Com esta determinação dos portugueses em trabalhar para o desperdício, dificilmente conseguiremos tirar o país da difícil situação em que se encontra.

   Termino com esta reflexão: pelos dados divulgados, cada português gasta, em média, 85 euros em prendas de Natal!!!??? Assim, não vamos longe!

 

In Jornal "O DESPERTAR"  -  08-01-2010

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publicado por José Soares às 14:58
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